O uso dos dons na Igreja do Senhor

Amados, o uso dos dons do Espírito Santo na Igreja do Senhor é essencial para uma igreja ser forte, verdadeira esaudável. Deus usa homens e mulheres na sua bondosa graça. Paulo diz que os dons são dados a cada um para o que for útil – ou seja, o bem comum (1Co 12.7). A profecia é um dom (1Co 12.10) e que Deus dá a cada um como quer (1Co 12.11). Fazendo uma analogia com o corpo humano, Paulo deixa claro que não há hierarquia entre os dons e ninguém é maior por portar um deles (1Co 12.12-30). É permitido procurar os melhores dons (1Co 12.31), manda aspirar (desejar, querer) ao de profetizar (1Co 14.10), mas o apóstolo apresenta um caminho mais excelente que é o amor (1Co 13).

1 – O que queremos na Igreja:

  1. Que a soberania de Deus seja real – Ele usa quem quer, como quer e onde quiser – Deus não é obrigado a usar ninguém e se não usar a nossa vida hoje, com a relevância que gostaríamos, não há nada que impeça que Ele nos use amanhã;
  2. Que as pessoas possam crer no que Deus está transmitindo a elas no momento da oração;
  3. Que as pessoas sejam curadas, transformadas e que sejam animadas com as perspectivas da palavra sobre a sua vida;
  4. Que quem ora, seja totalmente dependente da graça de Deus.

2 – O que não queremos:    Que haja descrédito na Palavra de Deus e das pessoas que ministram. Escreveu Moisés: “E, se disseres no teu coração: Como conhecerei a palavra que o SENHOR não falou? Quando o profeta falar em nome do SENHOR, e essa palavra não se cumprir, nem suceder assim; esta é palavra que o SENHOR não falou; com soberba a falou aquele profeta; não tenhas temor dele” Dt 18.21,22

 

Diante disso, algumas recomendações são necessárias:

  1. Se você não sabe o nome da pessoa por quem vai orar, pergunte a ela – se tem dúvida, também pergunte, ou então não fale o nome, simplesmente diga este irmão ou irmã;
  2. Se o Senhor não colocar nenhum assunto pelo qual orar por aquela pessoa, simplesmente pergunte a Ela qual a necessidade que precisa que o Senhor intervenha – Jesus fazia isso, mesmo sabendo da necessidade da pessoa; 
  3. Somente fale o que Deus colocou no seu coração – não deixe que a sua emoção ou vontade se sobressaia – sempre queremos o melhor para as pessoas que amamos, porém, Deus pode ter planos e propósitos diferentes. Nem sempre o que aos nossos olhos é sofrimento, para Deus também é. Lembre-se que Deus tem um plano e um propósito em tudo;
  4. Evite o juízo de valor (pessoal) pelo pecado do irmão (que você conhece o pecado) – Lembre-se que o Espírito Santo é quem convence do pecado, da justiça e do juízo; precisamos ser bênção para tratar o pecado sem perder o pecador. Lembre-se que Deus é misericordioso com as nossas falhas;
  5. Evite lançar dúvida sobre o não recebimento de uma bênção por causa de um erro ou falha da pessoa. Se o Senhor revelar a falha, você tem liberdade para falar, senão, não fale palavras indiretas do tipo: “tem alguma coisa que está impedindo a sua bênção”, sem dizer à pessoa qual é essa coisa. Isso é muito simplista e qualquer um pode dizer.
  6. Ao identificar algo que seja grave ou problema na vida de um irmão ou irmã, não compartilhe com os demais membros da igreja. Traga isso apenas para o casal pastoral e vamos orar para que o Senhor revele o que está escondido e nos dê as estratégias corretas para lidar com o problema. Não queremos fofocas no nosso meio.

Pr. Elton Melo

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