Conheça as quatro frequências cerebrais e as suas Funções

As células cerebrais, especificamente os neurônios, utilizam impulsos elétricos para se comunicarem entre si, além de fazer os músculos contraírem e os membros se moverem. Cada neurônio produz determinada descarga elétrica com o objetivo de este comunicar com os neurônios e outras células vizinhas. Quando esse impulso elétrico é excessivo surge a epilepsia, e quando se “perde” parcialmente até chegar ao destino surge o Parkinson.

É evidente que o cérebro possui atividade elétrica, por consequência surgirão ondas eletromagnéticas. Estas por sua vez, podem ser medidas/avaliadas por aparelhos como EEG. Estas ondas elétricas, têm frequências que podem ser medidas em ciclos ou Hertz. A frequência das ondas muda consoante a atividade elétrica dos neurônios que e são associados a alteração de estados de consciência.

O cérebro intercomunica-se através de impulsos elétricos, estes formam ondas eletromagnéticas de várias frequências, existindo 4 frequências distintas. Podemos então distinguir 4 frequências distintas:

Beta

Neste estado você esta acordado e a sua mente concentrada, pronta para trabalhos que requerem a atenção total. Fundamental em processos que envolvam a concentração, como a aprendizagem, a análise e organização de informações.  A faixa beta, situa-se entre os 13 -30 HZ, associado à atenção, à acuidade visual e coordenação

Alfa

Neste estado você está relaxado, a sua consciência interna aumenta, aumentando com isso a auto-percepção, a consciência dos pensamentos e processos internos. Aumenta a criatividade e a ansiedade tende a diminuir. Experiência a sensação de paz e bem-estar. A faixa alfa, situa-se entre os 7 -13 HZ, associado à resolução de problemas,criatividade, memorização, relaxamento e pensamento abstrato e imaginação (visualizações).

Teta

Neste estado você entra num estado ainda mais profundo de relaxamento, baixando a atividade cerebral quase ao nível do sono. Este estado é considerado “misterioso”, neste estado surgem imagens inconscientes, que não se sabe a origem ao certo. Propicia também a criatividade e acesso a memórias à muito “esquecidas”. Situam-se entre os 4-7 Hertz, neste estado estamos num “sonho acordado”, proporcionando um estado ideal para o acesso a memorias, aprendizagem acelerada, criatividade e “re/programação mental”.

Delta

Este estado, muitas vezes contestado cientificamente, situa-se entre os 4-0.1 Hertz é a mais baixa de todas as frequências de ondas cerebrais. Nesta frequência é produzido a hormônio do crescimento, além deste estado ser benéfico para a regeneração celular e cura. Neste estado, têm-se acesso mais profundo ao inconsciente e à intuição.

Existem métodos e técnicas que facilitam alterar a frequência cerebral e o estado mental, tais como o relaxamento, a hipnose, até mesmo software. Convém que estes métodos e técnicas, sejam utilizados por profissionais ou entidades credenciadas, pois uma má utilização pode provocar consequências a vários níveis.

O ramo das ciências que estuda o cérebro e seu comportamento – neurologia, psiquiatria e psicologia – mensuraram as ondas vibracionais do cérebro.

Essa mensuração nos conta de uma padronagem subdividida em quatro estágios: Beta, Alfa, Teta e Delta. Estes nomes vêm das letras do alfabeto grego, e indicam as seguintes freqüências vibratórias das ondas cerebrais:

 

Gráficos com oscilações médias em cada nível

Ondas Beta: Variando de 14 a um máximo inespecífico de ciclos (hertz) por segundo. E´ o nível de atividade cerebral total que se dá quando a pessoa está acordada, trabalhando, pesquisando, passeando, etc;

Ondas Alfa: Variando de 7 a 14 ciclos (hertz) por segundo. Nesta faixa vibratória a pessoa fica em estado semi-sonolenta, semi-consciente. E´ o momento que precede ao sono. O cérebro diminui suas vibrações e este aquietamento abre espaço para o adormecer. Este é o nível que interessa ao nosso estudo – meditação – porque ocorre a transmutação para zona de espaço e tempo diferentes do físico;

Ondas Teta: Variando de 4 a 7 ciclos (hertz) por segundo. O cérebro está no mínimo de suas vibrações considerando-se o indivíduo ao que se possa chamar de nível consciente interior. Também ao chamado nível profundo de sono e os estados de quando submetido aos efeitos de anestésicos, nas cirurgias;

Ondas Delta: Variando de um mínimo indefinido a 4 ciclos (hertz) por segundo. Neste nível não há definição do que possa estar ocorrendo, cerebralmente, com a pessoa.

Falemos mais sobre o nível das ondas Alfa. É neste padrão vibratório que se insere o processo de meditação. O indivíduo não está nem totalmente consciente e nem totalmente inconsciente. Encontra-se em fase intermediária a estes dois estados: consciente e inconsciente.

Quando consciente a pessoa se deixa prender aos sugestionamentos comuns da vida: Leões famintos e borboletas errantes, perdendo o poder de concentração mental.

Se inconsciente, bem, disso todos sabem, é o abandono no sono, o se perder nos mundos oníricos.

No estado Alfa, entretanto, é um pé cá no mundo de todo dia e o outro pé no mundo das possibilidades mentais. E como mundo das possibilidades mentais podemos entender como o mundo da Ideação Cósmica, o padrão Divino dos Pensamentos.

Observem, cada um, seu próprio padrão Alfa. Uma indicação de que está passando de Beta a Alfa é quando, na linguagem de Waldo Vieira, sente-se o que ele chama de hipnagógico = “Hipnagogia – Definições: Hipnagogia (Grego: hipnos, sono; e agogôs, condutor) – condição crepuscular de transição da consciência entre o estado da vigília física ordinária e o estado do sono natural; estado alterado da consciência introdutório ao sono natural, caracterizado por imagens oníricas, visões alucinatórias, e representações devido à exacerbação da imaginação, com efeitos visuais e auditivos.”

Em linguagem simples são aqueles momentos em que o pensamento costumeiro fica fugidio. A pessoa está pensando em algo e, num salto, vai a outro, espontaneamente, que, por sua vez, é sucedido por outro, que leva a ouvir vozes, e também a imagens rápidas, e assim se segue até que lhe sobrevenha o sono e a consciência desaparece.

Como mencionado, toda essa fenomenologia descrita nos dois parágrafos anteriores significa estar em ressonância com as vibrações mentais do cosmos, ou, vibrações do cosmos que se nivelam com as possibilidades vibratórias do cérebro humano.

Porém, nessa flutuação hipnagógica podemos dizer que está acontecendo uma ressonância desorganizada.

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