Eclesiologia - alcancevitoria | 2016

Escrito por Elton Melo

Um dos grandes benefícios do Sacerdócio Universal de todo o Crente, é o livre acesso à presença de Deus. O apóstolo Paulo escreveu em Efésios 3.8-13,  as maravilhosas oportunidades de ter acesso a multiforme sabedoria de Deus, por meio de Cristo Jesus (O Cristo ressurreto), deu-nos livre acesso ao trono da sua graça.  Isso nos dá algumas vantagens excepcionais: nós não precisamos marcar audiência ou fazer fila para falar com Deus. Como filhos de Deus, temos o grande privilégio, o direito, a ousadia de entrar na presença de Deus a qualquer momento. A qualquer hora do dia ou da noite, podemos ter acesso a Deus. Cristo nos concedeu acesso direto ao Pai, para recebermos toda a misericórdia e graça que necessitamos, não importando quais as circunstâncias.

É preciso que entendamos os dois conceitos fundamentais: misericórdia, pode ser entendido como "Deus não me dando o que eu mereço", e graça, como "Deus me dando o que eu não mereço".  Sem compreender estes dois importantes conceitos, nossa relação com Deus, fica prejudicada, pois se falhamos no nosso relacionamento com Deus, corremos o risco de não usufruir das bênçãos prometidas pelo Senhor na sua Palavra. Mas nem sempre foi assim. No Antigo Testamento, apenas algumas pessoas tinham acesso ao Pai. Jamais um adorador, sob a Antiga Aliança, teria a ousadia de tentar entrar no Santo dos Santos. Apenas os profetas e os sacerdotes tinham acesso. No tabernáculo, ou no templo, um véu separava o Lugar Santo, do Santo dos Santos. Somente o sumo sacerdote tinha acesso àquele lugar e apenas uma vez ao ano. Se alguém cometesse a besteira de se aproximar naquele lugar, esta pessoa era fulminada na hora.

O espesso véu “que separava o santuário do lugar santíssimo era uma barreira entre o povo e Deus. Somente pela morte de Cristo é que esse véu foi rasgado (Mc 15.38) e foi aberto o acesso para o santuário celestial, onde Deus habita”. [1] O autor de Hebreus convida os seus leitores a entrar com “intrepidez”. O termo também poderia ser traduzido por “alegre confiança”.

Como foi dito antes, a nenhum adorador, na história do povo de Israel, era permitida a entrada no Santo dos santos. O acesso a esse lugar era permitido somente ao sumo sacerdote e apenas no dia da expiação, que ocorria uma vez por ano: no dia 10 do sétimo mês: O décimo dia deste sétimo mês é o Dia da Expiação (...) (Levítico 23.27) Então, poder fazer isso agora, devia ser motivo de muita alegria.

Desde a entrada do pecado no mundo, o acesso direto à presença de Deus foi dificultado aos humanos, fazendo-se necessária a figura de um intermediário para tornar possível o relacionamento entre eles e Deus. A princípio, foram os patriarcas que exerceram esse papel; depois, vieram os profetas e os sacerdotes. Estes últimos, por centenas de anos, foram os representantes dos homens diante de Deus, pois tomavam conhecimento das necessidades deles e as levavam a Deus, através dos sacrifícios que eram feitos anualmente pelos pecados do povo.

Quem foi o responsável por abrir essa porta? O autor de Hebreus diz que temos acesso a Deus, pelo sangue de Jesus. A nossa “permissão de entrar na presença de Deus não se deve ao sangue de animais, mas sim ao sangue que Cristo derramou”. [2] Nos sacrifícios que eram feitos no passado pelos sacerdotes, com o objetivo de obter o perdão dos pecados do povo, era indispensável a presença do sangue de animais. O sumo sacerdote, encarregado desse serviço, tinha de oferecer sacrifício pelo seu próprio pecado, antes de orar e interceder pelo povo. Hoje, não temos mais necessidade de sangue de animais, nem de mediação humana, nem de repetição do mesmo sacrifício, porque Jesus morreu por nós, abrindo-nos a porta e franqueando-nos a entrada até o trono do Pai.

No princípio, ainda no Éden, Deus demonstrou interesse em continuar mantendo boas relações com os seres humanos. E isto aconteceu por algum tempo. A Escritura afirma que, naquele tempo, Deus passeava pelo Jardim e conversava com o primeiro casal (Gn 3.20). Porém, o pecado interrompeu essas boas relações e, em consequência dele, os humanos se afastaram de Deus e passaram a necessitar de intermediários para se comunicarem com ele. Com a morte de Jesus, porém, o reencontro entre ambos se tornou possível: Mas agora em Cristo Jesus, vós, que dantes estáveis longe, já pelo sangue de Cristo chegastes perto (Ef 2.13).

O autor de Hebreus também diz que temos um grande sacerdote sobre a casa de Deus (v. 21). É interessante que Jesus, como sumo sacerdote, é chamado de “grande”, “como é a obra que Cristo fez por nós, que resultou na comunhão com a Sua pessoa e na vida em sua presença, as quais são as mais preciosas de todas as bênçãos. Foram estas o alvo de Seu sofrimento e triunfo”. [3] Agora, qualquer um pode ir diretamente à presença dele, e sem medo, desde que utilize o caminho por ele indicado: Pelo novo e vivo caminho que ele nos consagrou pelo véu, isto é, pela sua carne (Hb 10.20). O caminho é novo porque não depende mais do sangue de animais e nem de intermediários humanos. É vivo porque tem vínculo com uma pessoa viva: Jesus. Ele é o próprio caminho, e está vivo. Temos acesso a Deus, quando andamos por este caminho, quando temos comunhão com Cristo.

Mas, com a vinda de Cristo, ele nos concedeu acesso total e irrestrito ao Pai. A Bíblia diz que na cruz manchada de sangue, conforme lemos em (Mateus 27.46, 50-51), com aquele gesto, nós nos tornamos capacitados para desfrutar de algo que geração após geração não podia. É um privilégio que nem Abraão, Moisés ou Davi tiveram. A porta já não está mais fechada para nós. Qualquer um dos irmãos tem acesso irrestrito a Deus, agora.
Aplicação: Nós não precisamos marcar audiência ou fazer fila para falar com Deus. Veja alguns privilégios dos quais temos acesso na presença de Deus.

I. O Privilégio de todo salvo se aproximar de Deus (Ef. 3.8).
O membro mais simples, o menor crente que você possa imaginar tem acesso à presença de Deus e, portanto, quando este crente ora, satanás e os seus demônios tremem. O judeu considerava o gentio pior que um porco. Agora, pela salvação em Cristo, este gentio também tinha um ministério, conforme o v. 6. O gentio agora é: a) Co–herdeiro da mesma glória (herança); b) Co–membro da mesma família de Deus; e, c) Co–participante dos mesmos direitos e deveres.

Este privilégio está acima das diferenças de raça, língua, cultura, nível social, econômico - um só povo em Cristo Jesus. Isto é um mistério. É algo que estava oculto. E estas boas novas podemos anunciá-las ao mundo. Isso só quebra se tiver pecados não confessados (Tiago 4:3,4; I Pedro 3:7).

II. O Privilégio de Levar a Libertação de Deus ao Mundo (3.8-10).
A Igreja é o meio pelo qual a reconciliação do homem com Deus se torna possível. A esperança deste mundo não está nos "grandes" líderes, nos homens de elevada capacidade intelectual. A esperança para a verdadeira libertação deste mundo está na Igreja (v. 10).
Foi este trabalho que foi dado a Paulo. Este privilégio foi dado a Paulo, a você a mim - pregar o evangelho a todos os homens (vs. 8-10). Nós somos distribuidores de uma mensagem que liberta vidas. E para sermos usados por Deus, nós não precisamos marcar audiência ou fazer fila para falar com Deus, por que nós temos acesso irrestrito diante de Deus.
A Igreja é o fenômeno mais espantoso que o mundo já viu. Ouso dizer que a Igreja é um tipo de escola superior, ou faculdade para os anjos e a dor antecipada para os demônios (principados e potestades). Quando os poderes celestiais olham para a Igreja e vêem pessoas de diferentes origens, quebrando barreiras e estando juntos como só família, isto serve de testemunho para eles como uma demonstração da sabedoria e do amor de Deus.
Ilustração: Algum tempo atrás tivemos uma pessoa que nos visitou e depois do culto disse assim para mim: "Por muito tempo pensei erradamente a respeito desta igreja, a nossa igreja. Eu pensava que somente americanos podiam pastorear esta igreja."

A beleza sábia de Deus, de ajuntar judeus e gentios, americanos, brasileiros ou africanos, isto ministra para os anjos, e assusta ou incomoda os demônios. Quando a nossa Igreja vive esta mensagem da reconciliação, estamos dando testemunho de sabedoria de Deus aos demônios. A Igreja é a expressão final da sabedoria de Deus, do amor de Deus e da verdadeira libertação e reconciliação.

III. O Privilégio de Viver sem Medo neste Mundo (3.11-13).
O mundo em que vivemos nos oferece muitas razões para o medo. Medo da alta do dólar, medo da queda dos investimentos na bolsa de São Paulo, medo do desemprego - porque ontem 200 pessoas foram demitidas na firma e ainda há uma lista de mais 50 - medo da saúde da família porque não tenho convênio, etc., etc.

A palavra de Deus nos diz que a nossa aproximação diante de Deus deve ser caracterizada por ousadia. Ousadia quer dizer ausência de inibição ou medo.  Quando pensamos num homem ousado, pensamos em alguém que segue diretamente para frente, que não tem medo de nada. Embora enfrentando um poderoso inimigo, o ousado avança, de peito estufado, com confiança e com segurança. O ousado não se hesita, não é duvidoso, não é inseguro. O texto nos diz que temos acesso com confiança. Meus queridos, a confiança está sempre no fim de um processo. Quando alguém tem confiança é sinal que investiu horas e horas de treinamento e ensaio. Como por exemplo num coral.

Confiança é sempre o resultado de um processo. O coral pode ficar nervoso quando começa a se apresentar. O pregador pode ficar nervoso quando começa a falar, porém depois de falar algumas frases, perde o nervosismo e ganha confiança. É isso que significa que podemos ir à presença de Deus com confiança, graças a um processo pelo qual passamos.

Não ignore ou negligencie o seu grande presente de acesso. Todo o seu futuro depende disto. Ore e busque o Senhor. Ele lhe concedeu um acesso. E Ele promete cuidar de cada uma de suas necessidades.

Este privilégio, por outro lado, exige de nós responsabilidade.

Depois de exortar seus leitores a entrarem com ousadia no santuário do Senhor “pelo novo e vivo caminho que ele nos consagrou”, o escritor da carta aos Hebreus enumerou duas condições a atender e dois estados preliminares necessários, para se aproximar de Deus. Sobre as duas condições, a primeira é aproximar-se com coração sincero (v. 22a). Um coração assim é “fiel, em contraste com o árido e hipócrita. Deus sempre olha o coração e vê além das retenções e superficialidades. O coração sincero é honesto diante de Deus”. [4] Levando em conta tudo o que Cristo fez por nós, devemos nos aproximar de Deus sem fingimentos, sem intenções impuras em nosso interior.

A segunda condição é “em inteira certeza de fé” (v. 22b). O acesso à presença de Deus está reservado àqueles que têm fé, pois a mesma Escritura afirma: Mas o justo viverá da fé; e, se ele recuar, a minha alma não tem prazer nele (Hb 10.38); e ainda: De fato, sem fé é impossível agradar a Deus, porquanto é necessário que aquele que se aproxima de Deus creia que ele existe (Hb 11.6). Então, para se aproximar de Deus é preciso ter fé: fé na sua existência, na obra expiatória de Cristo, na obra do nosso sumo sacerdote diante de Deus. Não podemos ter “dúvidas ou erros quanto ao livre acesso a Deus que nos foi aberto através de Cristo como nosso Sacrifício e supremo Sumo Sacerdote”. [5]

Os estados preliminares necessários para nos aproximarmos de Deus são os seguintes: 1) “tendo os corações purificados da má consciência” (v. 22c), e 2) “o corpo lavado com água limpa”. Os verbos, “purificado” e “lavado” referem-se a acontecimentos passados. Eles, claramente, se referem a duas funções do antigo sacerdote: a aspersão com sangue e água (um gesto que o sacerdote executava para a purificação dos pecados) e a lavagem com água (os sacerdotes, em seu ministério diário, deveriam lavar-se na bacia, pois, para os judeus, a lavagem exterior era muito importante; a água era de uso comum em seus rituais de purificação). Jesus preparou tudo isso para todos nós. Esses dois itens estão relacionados à nossa regeneração. Somente os que nasceram de novo foram perdoados e purificados, podem e devem aproximar-se com coração sincero e plena certeza de fé. Jesus nos purificou dos nossos pecados. Estes são incentivos para nos aproximarmos de Deus.

Devemos adotar os seguintes critérios

Nos versículos 23-25, do capítulo 10 desta carta, o autor faz outras recomendações igualmente importantes: a) Retenhamos firmes a confissão da nossa esperança; b) e consideremo-nos uns aos outros; e c) não deixando a nossa congregação. Veja cada uma delas:

a) “retenhamos firmes a confissão da nossa esperança”. Com base nestas palavras, Wiersbe entende que “os leitores desta carta estavam sendo tentados a abandonar sua profissão de fé em Jesus Cristo e voltar ao culto segundo a antiga aliança”. [6] Por isso, as palavras aí expressas têm o sentido de um apelo ao retorno daqueles que estavam querendo voltar atrás.

b) “(...) e consideremo-nos uns aos outros (...)”. A consideração mútua deve ser uma característica marcante na vida dos verdadeiros cristãos. A comunhão entre os fiéis seguidores de Cristo não deve e não pode ser interrompida sem prejuízo para toda a comunidade. O amor, a consideração e o respeito devem ser cultivados por todos, em todo tempo. A consideração a que se refere o versículo 24 do capítulo 10 desta carta é o estímulo de que cada um precisa para continuar praticando boas obras, pois, assim fazendo, cada um estará incentivando os demais a serem fiéis e obedientes.

c) “(...) não deixando a nossa congregação”. Estas palavras parecem ter sido dirigidas àqueles crentes que, por razões que desconhecemos, estavam desmotivados quanto ao dever de frequentar a igreja. A participação nos cultos é muito importante, porque favorece o crescimento espiritual do crente e fortalece os laços da amizade cristã e religiosa entre os fiéis. Para evitar que essa negligência continuasse acontecendo, a recomendação dada foi a seguinte: (...) antes admoestemo-nos uns aos outros; e tanto mais quanto vedes que se vai aproximando aquele Dia. O “Dia” se refere ao retorno glorioso de Cristo. Quanto mais este dia se aproxima, ajudemo-nos uns aos outros com palavras de ânimo.

Aplicando a Palavra de Deus em nossa vida

1. Entremos confiantes na presença do Pai

A oportunidade que nos foi dada por Deus de nos permitir chegar à sua presença, por meio da morte de seu Filho Jesus Cristo, constitui um privilégio que jamais poderemos esquecer. Hoje, ao contrário do que acontecia na Antiga Aliança, temos acesso ao trono do Pai, sem a intervenção de sangue de animais. O mais importante é saber que somos aceitos por ele. Por isso, sejamos suficientemente ousados, corajosos, seguros e confiantes, como nos recomenda a sua palavra, como está escrito em Hb 10:19. Por isso, conversemos com o nosso Pai. Em todo tempo, em todos os lugares.

2. Continuemos firmes na presença do Pai

A Palavra nos diz: Retenhamos firmes a confissão da nossa esperança, porque fiel é o que prometeu (v.23). Firmeza é a qualidade de que mais estamos precisando nesses tempos difíceis que estamos vivendo. Estar firme é ser perseverante na fé e na obediência; é não vacilar e nem desistir da caminhada, mesmo que ela seja espinhosa e difícil; é procurar o auxílio divino, sempre que o nosso bem-estar espiritual seja ameaçado. Deus estará sempre pronto a nos atender, se nos aproximarmos dele com verdadeiro coração e inteira certeza de fé.

Conclusão:
Há um grande diferença entre os servos de Deus do passado e os do presente, no que diz respeito à oportunidade de acesso à presença de Deus. No passado, era o sangue dos animais sacrificados que possibilitava esse acesso, e o sacerdote, um homem tão imperfeito como qualquer de nós, era o intermediário nessa relação. Hoje, esse acesso nos é permitido, graças ao sacrifício de Jesus Cristo, que, feito uma única vez e de forma definitiva, foi suficiente para perdoar todos os nossos pecados. Sejamos gratos a Deus por essa providência.

Glórias a Deus!Sabemos o que aconteceria se quiséssemos entrar no Palácio do Planalto e nos apresentarmos diante de Sua Excelência, Senhor Presidente da República, não entraríamos sem acompanhamento. Da mesma forma, quando entramos diante da presença de Deus, o fazemos por meio de Cristo. Graças a Deus, não importa quem ou o que você é, se você já confessou a Cristo como Salvador, você tem as portas do céu abertas para você, e você pode entrar com ousadia. Você pode ter acesso com confiança pela fé n’Ele. Você não precisa marcar audiência ou fazer fila para falar com Deus. Você tem acesso irrestrito diante de Deus.

Talvez, você neste momento está perguntando: pastor, se crer em Cristo é o único meio de obtermos ousadia e acesso a Deus, o que devo fazer para tornar isto uma realidade em minha vida? Se você gostaria de saber como obter esta ousadia e acesso com confiança a Deus, então observe o que você deve aplicar à sua vida:

  1. Reconheça que no seu interior há um campo de batalha. Você pode estar enfrentando dúvidas e luta para confiar em Deus. Como eu sei disso? Eu conheço o seu inimigo que é meu inimigo, também. Aí aonde você está tem que orar pedindo que Deus lhe capacite a ser ousado e ter acesso a Ele.
    Quantas vezes eu vou orar a Deus e subitamente a minha mente fica vagando. Esta mente que fica vagando é por causa dos dardos inflamados do maligno. Quantas vezes pessoas são convencidas de seu estado de pecado ou de pecador e não conseguem levantar a sua mão, alegando timidez ou vergonha? Reconheça que a fonte e origem desta atitude é do diabo e com ousadia no nome de Jesus rejeite atitudes como esta.
  2. Reconheça que Deus atende a confissão honesta. Eventualmente quando estiver orando, pensamentos de incertezas e dúvidas virão à sua mente. Eventualmente, quando os seus pecados se levantarem contra você, e você achar que não tem o direito de orar ou de estar na presença de Deus e chamá-Lo de Pai, então você dirá para si mesmo: Naturalmente eu sou um pecador, quando o diabo me disse que eu era pecador ele tinha razão. Ele disse isso para me desanimar; mas vou usar isso para me ajudar. Naturalmente sou um pecador. Deus é santo e eu sou um vil pecador, e nem chego a compreender como posso chegar à presença de Deus. Mas Deus mesmo abriu o caminho para eu entrar diante de sua presença. Ele enviou Jesus para levar sobre Si todos os meus pecados, para morrer por mim e com os méritos de Cristo, eu tenho acesso à presença de Deus. Esta verdade nos dá confiança em como orar.
    E depois disso não espere até melhorar o seu estado de ânimo. O que quer que você sinta ou deixe de sentir, creia que Cristo morreu por você e pelos seus pecados. Portanto você tem acesso a Deus o Pai.
  3. Derrame o seu coração em louvor e ação de graças. Ore rogando a Deus que ele venha modificar a atitude de seu coração, de modo que você venha experimentar a paz de Deus.

Entre todos os dias na presença de Deus com ousadia e usufrua do direito de ser um filho d’Ele.


 Bibliografia:

1. WIERSBE, Warren W. Comentário Bíblico Expositivo: Novo Testamento 2. Santo André: Geográfica, 2006. Pág. 407
2. WIERSBE, Warren W. Comentário Bíblico Expositivo: Novo Testamento 2. Santo André: Geográfica, 2006. Pág. 407
3. WILEY, Orton H. A Excelência da nova aliança em Cristo: Comentário Exaustivo da Carta aos Hebreus. Rio de Janeiro: Central Gospel, 2008. Pág. 445-446
4. WILEY, Orton H. A Excelência da nova aliança em Cristo: Comentário Exaustivo da Carta aos Hebreus. Rio de Janeiro: Central Gospel, 2008. Pág. 446
5. ARRINGTON, French; STRONSTAD, Roger. Comentário Bíblico Pentecostal: Novo Testamento. Rio de Janeiro: CPAD, 2003. Pág. 1602
6. WIERSBE, Warren W. Comentário Bíblico Expositivo: Novo Testamento 2. Santo André: Geográfica, 2006. Pág. 408

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