Relevantes para a Igreja e o Mundo

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livro frente 3dQuando os de fora nos veem, que imagem eles tem de nós?

Uma igreja é relevante quando suas ações são percebidas por toda a comunidade do entorno. Nos primeiros anos da Igreja Cristã, através das atitudes práticas daqueles cristãos, servindo ao próximo, eles foram reconhecidos pelos de fora, como cristãos (Atos – Antioquia). Quando os de fora nos veem, que imagem que eles tem de nós? 

Ficha técnica:
Título: Relevantes para a igreja e o mundo
Subtítulo: Campanha Nacional de Jejum e Oração
Autores: Equipe editorial da Junta de Educação e Publicações da CIBI – Convenção das Igrejas Batistas Independentes
Páginas: 120
Peso: 152 gramas
Formato: 15 x 21 cm 

Pedidos: 

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19 98323-0793 Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo. campanha.ebi.org.br

Apresentação:

capa facebookO tema de 2019, tem como base a necessidade de envolvimento dos crentes com a Obra na sua Igreja local e na comunidade onde esta Igreja deve ser relevante. Uma igreja só é relevante ser for relevante para os de fora. Aliás é este o sentido da Ekklesia, a assembleia dos romanos que decidia sobre a vida da comunidade onde o império romano estava presente. Uma igreja é relevante quando suas ações são percebidas por toda a comunidade do entorno. Nos primeiros anos da Igreja Cristã, através das atitudes práticas daqueles cristãos, servindo ao próximo, eles foram reconhecidos pelos de fora, como cristãos (Atos – Antioquia). Quando os de fora nos veem, que imagem que eles tem de nós?

Nas igrejas, de maneira geral, 80% dos crentes apenas “desfrutam”, e os 20% que se envolvem ficam sobrecarregados, com atividades que em sua grande maioria, estão voltadas para a realização do culto. Faltam músicos, diáconos, cooperadores, servos.... sobra gente querendo ser honrada. Sem percebermos a cultura do mercado se instalou nas nossas igrejas. Não é mais Jesus, ou a presença do Espirito Santo, o grande diferencial, mas sim, a nossa organização. Igrejas muito bem organizadas, tem crescido, igrejas desorganizadas, estão perdidas. As Igrejas organizadas, criam um produto de consumo, um culto, um evento, uma conferência, se especializam nisso, fazem muito bem feito e assim atraem consumidores, ávidos por novidades e atratividades. Engrossa-se o tamanho do auditório, mas a grande realidade é que estas pessoas têm pouco ou baixo envolvimento com o fazer nestas organizações. Quando insatisfeitas ou atraídas por algo “melhor”, troca-se de Igreja, evento, igual trocamos de supermercado. Mas não é esse o nosso chamado, como cristãos.

Fomos chamados para florescer no lugar em que fomos plantados pelo Senhor. A salvação recebida gratuitamente pela Fé em Efésios 2.8,9, tem o seu propósito supremo no versículo 10: “para as boas obras que Deus de antemão preparou para nelas andarmos”. Somos salvos para uma ação, atitude. Não somos salvos pelas boas obras, mas uma vez salvos, há boas obras para serem feitas (e boas obras aqui não é ser dizimista).

O foco das lições da RED (REVISTA DE ESTUDOS E DISCIPULADO) em 2019, busca envolver os crentes com a obra do ministério (serviço). Sessenta por cento dos temas serão voltados para o serviço na Igreja local e quarenta por cento para o serviço na comunidade. É preciso revisar o conceito de trabalho pastoral. Muitos crentes acham que na Igreja quem tem que trabalhar é o pastor,  afinal ele é pago para isso. Os crentes exigem um superpastor, onde ele tem que organizar, supervisionar, visitar, pregar, orar, rir e chorar, mas se esquecem que a função dos pastores, conforme o texto de Efésios 4.11, 12, é a preparação dos crentes para a obra do Ministério. Deus deu à sua Igreja pastores, mestres, doutores, profetas e apóstolos, com a finalidade de preparar os crentes para a Obra. Quem faz a Obra (o ministério = serviço), são os crentes e não os pastores. Cremos que estas lições irão chacoalhar as nossas Igrejas. Vamos ser confrontados, em amor, e perceber o quanto podemos fazer a diferença, afinal o crente é chamado a ser sal e luz no mundo.

logo 200pxMostraremos, pelos exemplos que temos nas nossas Igrejas, que pequenas ações são muito relevantes para as comunidades do entorno. Alguns princípios deste material:

  1. Levar a pessoa que fará a campanha a compreender a importância do seu trabalho ao Senhor na Igreja e na comunidade onde a Igreja está inserida.
  2. Levar os membros a descobrir seus dons e talentos e de que forma ele pode se inserir nas necessidades da Igreja e da comunidade.
  3. Levar os membros a compreenderem que Deus espera que sirvamos ao próximo e sejamos influenciadores na sociedade.
  4. Mostrar aos membros, iniciativas que podem ser motivadoras para a obra de Deus.

eltonPodemos fazer mais. O resultado, quando nos importamos com o outro, com o menos favorecido, o desvalido, é que comprimiremos a “lei perfeita (Gálatas 6.2) e assim as pessoas verão os cristãos não como alguém que faz apenas bonitos discursos éticos morais, mas alguém que interage com a realidade social e faz a diferença. Deus pode fazer muito com uma pessoa que se coloca em suas mãos.

Graciosamente, em Cristo,

Pr. Elton Batista de Melo, editor (Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo.)


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